quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Estudo de Casos em Destaque - Inclusive o caso interno de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) de Inteligência baseada no design da teia-de-aranha



Montax Inteligência atende clientes em casos de Fraudes, Investigações e Disputas (FID) e serviços de Inteligência de Marketing.

Para facilitar as buscas, nos inspiramos em Deus, o Supremo Arquiteto do Universo, e na natureza, para criar um Briefing secreto de identificação de informação estratégica, conflitos de interesses e inconformidades. O roteiro de buscas tem como paradigma a teia-de-aranha, o mais eficaz sistema de coleta, de proporção sagrada. Explicamos.    

A obra “Dez Livros sobre a Arquitetura” do arquiteto romano Marcus Vitruvius Pollio (século I a.C.) influenciou muitos cientistas, como o matemático Leonardo Fibonacci em sua Proporção áurea ou sagrada, mais conhecida como Sequencia de Fibonacci “1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144” e assim por diante ouPhi, 1.618 (século XIII d.C.) e o arquiteto, engenheiro, pintor e escultor renascentista Leonardo Da Vinci – outro Leonardo! – em seu desenho Homem de Vitrúvio (século XVI d.C.). Gênios notaram as normas matemática no design da natureza. O corpo humano, a concha do náutilus, a teia-da-aranha são algumas das incomensuráveis formas desenhadas pela natureza a partir dessa proporção. E que a reprodução dessa proporção na engenharia civil, artes e arquitetura promoveria mais harmonia com a natureza, proporcionando design estético divino.



Voltando à teia-de-aranha, elas são construídas e usadas como armadilha para capturar pequenos animais, principalmente insetos. Passarinhos e morcegos às vezes também são capturados. A teia é construída com fios de seda pegajosos, geralmente em formato circular, na vertical em espiral com raios interligados, muito eficiente tanto para a atração quanto retenção de presas. Esse formato permite fácil locomoção da aranha em direção ao centro. E qualquer atividade em uma ponta será rapidamente sentida na outra, como um alerta. A própria Internet é chamada de “web” (teia), provavelmente porque inspirada na sociedade onde cada Ator (pessoa ou organização) ocupa um lugar no tecido social, uns mais ao centro e conectados que outros... Algumas aranhas tecem verdadeiras “faixas” de fios de seda para refletir a luz e atrair mais insetos. Outra importante aplicação da teia-de-aranha é seu fio condutor, o cabo-de-segurança. Quem nunca viu uma aranha descer por um cabo preso, como um alpinista, e retornar de onde havia caído?  

Cidades como Paris com sua planta aérea central em formato de diagrama com ponto focal e avenidas radiais largas de traçados a partir do centro têm forma de “teia-de-aranha” não apenas para servir ao deleite estético do Civic Design, mas, possivelmente, como design estratégico para dificultar invasões ou sufocar golpes-de-Estado ao facilitar acesso ao centro com tanques de guerra[1].

A teia amplifica a capacidade de coleta, de captura. A milenar rede-de-pesca é baseada na teia-de-aranha. Cientistas estudam aplicações industriais à proteína dos fios da aranha em coletes à prova de balas, pele artificial, curativos, air bags suaves e ligamentos artificiais.

Montax Inteligência estuda o design da teia-de-aranha e sua analogia com as relações econômicas e sociais para obter insights dos Analistas e aperfeiçoar funções de coleta de provas, identificação de centros de gravidade de forças (von Clausewitz) e táticas de marketing digital. Resultado: Relatórios de Inteligência de menor custo, em menos tempo.



Leia o Estudo de casos da Montax em destaque:

Estudo de caso – Varejo em risco: Vender tudo para todos, especialmente consumidores das Classes C e D, é uma boa estratégia de negócios, correto? Não em tempos de crise econômica. Um banco de investimentos credor contratou a Montax Inteligência para identificar empresas patrimoniais e localizar ativos financeiros em poder dos acionistas de um dos maiores grupos varejistas do Brasil, atualmente em recuperação judicial. Banco credor desconfiava que os controladores ocultaram bens pessoais, direitos e valores do Quadro Geral de Credores no processo de recuperação judicial. Investidores tinham razão. Montax descobriu 4 fazendas e 2 empresas patrimoniais abertas em nome de terceiros sob controle dos acionistas majoritários, às vésperas da recuperação judicial, para abrigar imóveis, semoventes (gado bovino) e ações de outro banco de investimento.

Estudo de caso – Empresa “clone”: Uma clínica médica com várias unidades de atendimento líder regional com inovadora técnica de marketing com suspeita de fraude corporativa. Montax Inteligência descobriu que seu Administrador havia criado empresas “clones”, de razão social e nome de fantasia idêntico, em nome dele e da esposa, para se apropriar indevidamente dos valores das consultas. O Relatório de Inteligência e as provas acessadas pela Montax serviram de fundamento para a demissão por justa causa, instauração de inquérito policial por apropriação indébita e Medida Cautelar de busca e apreensão preparatória da Ação Penal Privada, exigência do 524 e seguintes do Código de Processo Penal em casos de crimes contra a propriedade imaterial.

Estudo de caso – Cliente estelionatário: Empresa líder do mercado de reciclagem foi contratada por concorrente de menor porte, por e-mail, para fazer o descarte de resíduos de construção, para obter os Certificados das agências de meio ambiente. O tomador dos serviços não pagou a fatura, tendo a empresa ambiental identificado graves falhas de Compliance. Montax descobriu que o cliente era, em realidade, uma quadrilha de estelionatários. Seu líder e demais integrantes foram identificados, bem como o esquema de blindagem patrimonial e “lavagem” de dinheiro na compra de imóveis por meio de Procurações de negócios imobiliários e Escrituras de compra-e-venda em nome da esposa, não averbadas no Registro de Imóveis.


Estudo de caso – Conflito de interesses do acionista controlador:  Acionista controlador geralmente quer o melhor para companhia, não? Nem sempre. Montax Inteligência foi contratada pelos acionistas minoritários para conseguir provas do abuso de poder de controle do acionista controlador. Registros contábeis suspeitos indicavam esvaziamento patrimonial por meio de empresas prestadoras de serviços “fantasmas”. Montax realizou uma auditoria externa nas sedes das empresas e descobriu que elas simplesmente não existiam. E conseguiu provas da evolução patrimonial – e suspeita – do acionista controlador, com bens tanto no Brasil quanto no exterior, e a constituição de empresa concorrente, na mesma época da “queda” do lucro líquido e da participação dos acionistas. O acionista controlador se apropriou indevidamente de ativos intangíveis como organização, projetos, know-how, mão-de-obra especializada, sistemas informatizados, briefings de marketing e listagem de clientes da companhia para favorecer empresa integrante do grupo econômico ocultada dos sócios minoritários.

Estudo de caso – Busca de Ativos no exterior:  Uma multinacional sul-coreana fabricante de equipamentos eletro-eletrônicos não recebeu faturas milionárias de venda de peças e componentes para um distribuidor nacional. China com sua mão-de-obra barata e preços altamente competitivos acabaram com a indústria brasileira, começando pelo mercado de eletrônicos. Falido, o controlador da companhia não tinha como pagar os fornecedores. Na verdade, não queria. Mantinha o mesmo padrão de vida de luxo e ostentação. Montax foi contratada para fazer aquilo que faz de melhor, Busca de Ativos & Investigações e ações anti-lavagem de dinheiro. Foram identificados vários imóveis do acionista controlador e listagem com mais de 30 empresas offshore nos Paraísos Fsicais das Bahamas, Ilhas Cayman, Ilhas Virgens Britânicas e no estado de Delaware (EUA), o que permitiu um acordo de quitação da dívida.



Estudo de caso – Conflito de interesses II:  Uma empresa líder de inovação da indústria química contratou a Montax para serviços de Inteligência, Busca de Provas & Investigações depois do abandono de emprego pelo seu diretor comercial. Montax  identificou a fraude corporativa consistente no roubo de segredo comercial (no caso, a listagem de clientes) e a empresa que o ex-empregado abriu em franca concorrência desleal. Durante a pesquisa, sem querer a Montax identificou um conflito de interesses (COI, na sigla em Inglês) da empresa de consultoria de registro de marcas e patentes. Essa empresa prestou serviço idêntico a empresas concorrentes, porém, sem comunicar o fato relevante, porque havia promovido o registro de marca idêntica de produtos similares para empresas concorrentes (!).

Estudo de caso – Fraude à Lei de Licitação: Uma empresa de tecnologia de informação foi acusada injustamente de concorrência desleal pelo participante de concorrência pública para sabotar seus negócios com o governo. Ela contra-atacou contratando a Montax para checar os antecedentes dos donos e vulnerabildades da concorrente caluniadora. Montax descobriu que os sócios da adversária fraudaram a Lei de Licitação ao criar empresa sucessora em nome de terceiros (“laranjas”), para escapar do cadastro de empresas inidôneas da Controladoria-Geral da União. Os sócios também colecionavam dívidas, e a Montax acessou provas de “lavagem” de dinheiro e ocultação de bens por meio de Cédula de Crédito Bancário (CCB) usava para evitar o rastreamento e bloqueio de valores pelos sistema BACEN-Jud de penhora on-line.

Estudo de caso – Cidadania de herança: Um brasileiro radicado mais de 10 anos na Itália encontrou dificuldades em comprovar sua descendência Europeia (portuguesa) porque não encontrou documentos o avô, português que imigrou para o Brasil na década de 1940. Sem provas de que era neto de cidadão de Portugal, apesar de viver tanto tempo na Europa o brasileiro não conseguia a cidadania. Ele solicitou pesquisa da Montax, que obteve documentos pessoais certificados do avô, permitindo ao cliente pessoa física obter a cidadania europeia. A Montax consultou Conservatórias em Portugal (cartórios); Arquidioceses do Brasil; Associações civis e culturais e acessou o Prontuário de Registro de Estrangeiro com cópia autenticada do antigo Passaporte português do avô. O brasileiro confiou na Montax e conseguiu a cidadania portuguesa e agora vive na Europa com o status de cidadão europeu.






[1] MONTALVÃO, Marcelo de; Inteligência & Indústria - Espionagem e Contraespionagem Corporativa. Capítulo 23 - Estudo de Cenários e Plano de Contingência (PLANCON) [S.l.: s.n.], 2015. Registro da Biblioteca Nacional nº 660.959.

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